O SISTEMA SOLAR É UM ÁTOMO !!!!!
   



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Espero poder passar com exatidão a base dessa teoria, obrigado pela atenção de todos, e boa leitura :

Obs: Vale resaltar que toda a teoria, NÃO se baseia no modelo de Borh, e que tudo está de acordo com o Princípio da Incerteza, a Dualidade onda-partícula e física quântica.  

 



Escrito por Júlio Sérgio às 23h01
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O SISTEMA SOLAR É UM ÁTOMO:

            A Teoria de que o nosso Sistema Solar é um átomo já existe a muito tempo, porém os antigos defensores dessa teoria, não chegaram a uma relação que pudesse provar o que pregavam, eles se basearam no modelo atômico de Bohr (modelo que descreve o átomo como um núcleo pequeno e carregado positivamente cercado por elétrons em órbita circular) só que a estrutura do átomo é muito mais complexa do que esse modelo,e foi o contrario, o próprio modelo de Bohr que foi inspirado no Sistema Solar.

         Contudo, além de sabermos que a estrutura do átomo é muito complexa, o próprio sistema solar, não tem uma estrutura tão regular como se pensava, as órbitas dos planetas e os plútoides (denominação para os pequenos planetas, que foi aprovada pela UAI em 11 de junho de 2008) são tão irregulares que dos 248 anos que demora a para fazer a translação em volta do Sol, Plutão passa 20 anos mais perto do sol do que Netuno. As órbitas dos planetas sofrem pequenas deformações, muito pequenas, porém deformações que podem ser consideradas em minha teoria.



Escrito por Júlio Sérgio às 03h35
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http://www.mundoatual.t5.com.br/page_1178746482990.html    

A BASE DA TEORIA: A NOÇÃO DE TEMPO:

            A base de toda essa teoria está em observamos a grandeza tempo de maneira mais complexa, supondo que estamos mesmo em um elétron (a Terra), que gira entorno do núcleo (o Sol), se algum “ser gigante” pudesse ver o nosso sistema solar como um átomo, ele viria varias eras glaciais ocorrendo em frações de segundo na Terra. Passando para um outro plano, se nós pudéssemos ver esse ser ele estaria parado, estático, pois o tempo para ele não teria passado, estaríamos vivendo em uma das eras glaciais que ele percebeu, mas o tempo não deixa de ser uma grandeza absoluta, pois não seria possível voltar no tempo, nem se quer ir para o futuro. O mesmo ocorreria conosco em relação aos nossos átomos, se pudéssemos observá-los, derrepente poderíamos perceber algum planeta (elétron), porém nunca poderíamos ver alguma civilização, pois o tempo de vida dele seria infinita vez menor que o nosso, em um segundo nosso, esse suposto planeta teria passado por milhões de anos do planeta.



Escrito por Júlio Sérgio às 03h29
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O QUE É UM ÁTOMO?

Para podermos relacionar o sistema solar com um átomo devemos primeiramente reforçar o conceito de átomo:

http://acaoja.wordpress.com/2007/05/24/o-atomo-revelando-deus/   

         O átomo é a menor partícula que ainda caracteriza um elemento químico. Ele apresenta um núcleo com carga positiva que apresenta quase toda sua massa (mais que 99,9%) onde estão contidos os prótons (carga positiva) e os nêutrons (sem carga), ao redor desse núcleo giram os elétrons que possuem carga negativa de mesmo módulo dos prótons.

         Até fins do século XIX, era considerado a menor porção em que se poderia dividir a matéria. Mas nas duas últimas décadas daquele século, as descobertas do próton e do elétron revelaram o equívoco dessa idéia. Posteriormente, o reconhecimento do nêutron e de outras partículas subatômicas reforçou a necessidade de revisão do conceito de átomo.

 

COMPARAÇÃO DAS MASSAS DO SISTEMA SOLAR E DE ÁTOMO:

 

         Como já falamos, a massa de um átomo está quase por completo concentrada no núcleo, mais 99,9%, o que é um fato muito importante para se expor nessa teoria, já que o Sol possui mais de 99,8% da massa do sistema solar. Logo será possível descobrir qual elemento químico é o nosso sistema solar, mas não podemos descartar a hipótese dele ser um novo elemento químico, derrepente até um dos elementos que conseguimos criar em laboratório, mas isso só será provado depois que descobrirmos toda a configuração do nosso Sistema Solar.

A ELETROSFERA E NÚCLEO:

         Sabe-se que o raio da eletrosfera de átomo depende do núcleo e da quantidade de elétrons que ele possui, esse raio é entre 10.000 e 100.000 vezes maior que o raio de seu núcleo. No sistema solar o Sol possui um raio de 700.000km enquanto que o se levarmos em conta o Bow Shock uma (zona vasta e turbulenta onde a influência do Sol acaba) como a ultima camada desse elétron, o raio do sistema solar seria de 230 AU (um AU é igual a 150.000.000 km). Se dividirmos o raio do sistema solar pelo raio do Sol, o resultado será 49.286, uma razão que se encontra na mesma faixa de razão da dimensão da eletrosfera de um átomo em relação ao núcleo.

 

 



Escrito por Júlio Sérgio às 03h27
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O CAOS DAS ÓRBITAS PLANETÁRIAS:

      Hoje sabemos que o sistema solar é caótico, porém isso demorou tanto tempo a ser detectado porque toda a tradição de observações astronômicas, que datam desde as civilizações mais antigas, identificam o sistema solar com a ordem. A explicação está na análise das escalas de tempo relevantes. Um sistema caótico caracteriza-se pela divergência exponencial de órbitas com condições iniciais muito próximas e uma análise a estes sistemas permite-nos obter uma medida da escala de tempo em que se manifestam os efeitos desse comportamento caótico. Ora, esta escala de tempo, para variações caóticas na excentricidade e tamanho das órbitas de Plutão e dos planetas interiores é da ordem dos milhões de anos, o que explica porque é que apenas a ordem figura nos registros astronômicos da antiguidade. As irregularidades nas órbitas planetárias são exemplos do caos lento no sistema solar.

         Apesar do trabalho de Poincaré sobre o problema restrito de 3 corpos nos ter mostrado que o caos é incontornável no sistema solar, até chegarmos à era dos computadores era muito difícil mostrar em que medida é que o caos se manifestava nas órbitas dos planetas e que papel jogava na questão da estabilidade do sistema solar. Só a partir dos anos 80 do séc. XX é que foi possível, com a utilização de sofisticadas integrações numéricas, baseadas em algoritmos feitos a pensar nos computadores que então se desenvolviam, calcular órbitas planetárias ao longo de milhões de anos. O processo foi lento, uma vez que estes cálculos são muito exigentes tanto técnica como computacionalmente. Contudo, ao longo dos anos foi sendo possível levar estas integrações cada vez mais longe no tempo, ao ponto de hoje já se estudar a evolução de órbitas planetárias em tempos mais longos do que a própria suposta idade do sistema solar.

         Laskar detectou a divergência: embora os planetas em geral conservassem a sua distância média ao Sol, um erro de 100 metros na medição da posição inicial da Terra iria propagar-se tão rapidamente que, passados 100 milhões de anos, seria impossível prever a sua posição na órbita. Resultados independentes de integrações a longo termo no sistema solar, feitas posteriormente, confirmaram as conclusões dos primeiros estudos: o sistema solar tem um comportamento caótico em escalas de tempo grandes.

 Figura 3 - Caos a longo termo nos elementos orbitais dos planetas do sistema solar

Caos no comportamento a longo termo (15 Giga anos) dos elementos órbitas, excentricidade e inclinação dos planetas do sistema solar. Podemos observar a relativa estabilidade nos elementos dos planetas exteriores, porém até eles sofrem certas mutações nas órbitas nessa escala de tempo. Quanto aos planetas interiores Mercúrio e Marte revelam oscilações caóticas de uma grande amplitude em comparação com Vênus e Terra, mas, como mostra a figura seguinte, em todos estes casos o caos está presente. (J Laskar, Cel Mech & Dyn Astr 64 (1994)).

 Figura 4 - Caos na excentricidade da Terra

Caos na excentricidade da Terra ao longo de 3 milhões de anos para o futuro e para o passado. (Laskar et al.; Icarus. New York: Academic Press, 1992.)

 



Escrito por Júlio Sérgio às 03h16
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A base da Teoria

 http://dgratiz.blogspot.com/2008/03/aprenda-fazer-um-cronometro-caseiro.html

A VELOCIDADE ANGULAR (RPM) DE UM ELÉTRON:

         Sabemos que os elétrons possuem uma velocidade média angular em RPM (freqüência) em torno do núcleo altíssima, mas que velocidade seria essa? Vamos tomar como exemplo um átomo de Hidrogênio:

         f= v/2 π a. Onde: v=velocidade escalar, a=raio da menor órbita possível (n=1).

         A velocidade escalar média do elétron, calculado pela equação de Schrödinger (modelo quântico pleno) é de c/137. (onde c é a velocidade da luz 299 792 458 m/s), logo a velocidade escalar (v) de um elétron tem valor de 2188266 m/s.

         O raio da órbita é dado pela fórmula a = 4πЄoЋ² / me² = Ћ/mcα, calculado a 5,2917721 X 10^-11 m.

         Logo: f= 2188266m/s/2π 5,2917721X 10^-11 m = 6,6 X 10^15 Hz. Passando para rpm: 3,96 X 10^17 rpm.

 A ASSOCIAÇÃO ENTRE:

Tempo, velocidade angular dos elétrons e caos das órbitas dos planetas.

         Podemos associar a freqüência da órbita de um elétron com o caos das órbitas planetárias, junto à noção de tempo para explicarmos por que as órbitas dos planetas são regulares para nós e a dos elétrons não são:

         O elétron tem uma velocidade angular de 6.6 X 10^15 Hz (rotações por segundo), supondo o elétron como um átomo, cada volta seria um ano, as órbitas dos planetas sofrem distorções absurdas já na casa de 100.000 anos, logo em um segundo o elétron sofreria 6.6 X 10^10 distorções, o que seria imperceptível para nós.

 



Escrito por Júlio Sérgio às 02h51
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O átomo

DUALIDADE ONDA PARTÍCULA:

         A dualidade onda-partícula, é um dos aspetos mais fundamentais e intrigantes da mecânica quântica. A crise vem da nossa inabilidade de descrever sem matemática o comportamento bizarro dos objetos que habitam o mundo do "muito pequeno". Uma partícula se manifestará como partícula ou onda dependendo de como testarmos sua existência. Se, em uma experiência, os elétrons colidirem como bolas de bilhar, eles se comportarão como partículas. Se a experiência for de difração, passando os elétrons por fendas, eles se manifestarão como ondas.

         Significa que esse elétron é, ao mesmo tempo, onda e partícula? Ou que é ora onda, ora partícula? Ou ainda que seja, por exemplo, só onda, com comportamento de partícula em alguns casos ou o contrário?

         Tal fato pode considerado muito importante para nossa teoria, como estamos tratando os planetas como elétrons, podemos fazer a seguinte reflexão:

         Como um elétron se comporta como onda e partícula, podemos sugerir que ele seja ora partícula, ora onda, isso em frações de segundo. Podemos fazer uma associação entre as faixas de asteróides em relação aos elétrons que comportariam como onda, enquanto que os planetas seriam esses elétrons que comportariam como partícula. Como já foi dito, estamos em um átomo estático, caso um ser “grande” pudesse observar o sistema solar como sendo um elétron, esse ser não conseguiria seguer encontrar a Terra, pois em frações de segundo ela teria se modificado para onda e partícula milhões de vezes, e como já vimos também, sua órbita teria se modificado diversas vezes.

 



Escrito por Júlio Sérgio às 00h07
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OS AGLOMERADOS ESTELARES:

         Um aglomerado estelar é um grupo de estrelas cuja interação gravitacional é estreita e pode formar padrões. O comportamento de todos os corpos celestes do aglomerado pode ser observado como se fosse um só corpo.Podemos comparar esses aglomerados com moléculas.

Exemplo:

 

Imagem:Pleiades large.jpg

            As Plêiades, também chamadas de aglomerado estelar (ou aglomerado aberto) M45, visíveis no hemisfério sul e no hemisfério norte, consistem de várias estrelas brilhantes e quentes que foram formadas ao mesmo tempo dentro de uma grande nuvem de gás e poeira interestelar. A névoa azul que as acompanha se deve à poeira muito fina que ainda permanece e reflete principalmente a luz azul das estrelas. A foto mostra o enxame com o sul para cima, como visto ao telescópio

 

         Alguém pode dizer que isso é absurdo pela configuração que os aglomerados estelares possuem, mas devemos retirar da cabeça a ideia da molécula simples do Gás Oxigênio, com os seus dois únicos átomo, dê uma olhada na representação gráfica do DNA e isso é apenas o que já conhecemos, estruturas complexas como enzimas, hidrocarbonetos, são as provas vivas de que podem existir estruturas outras estruturas assim.

 

 



Escrito por Júlio Sérgio às 23h40
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